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Cão é diagnosticado com raiva em Salvador após 20 anos sem registro


Uma cadelinha filhote - com menos de três meses de vida - foi o primeiro caso confirmado de raiva em cães em Salvador nos últimos 20 anos. A informação foi divulgada pela Secretaria Municipal da Saúde.


Segundo o órgão, o filhote tinha sido recolhido das ruas e teve provável exposição prévia a um animal silvestre. Nessa idade, a vacinação antirrábica ainda não é indicada pelo Ministério da Saúde, já que a orientação é justamente a partir dos três meses.


O vírus na cadela foi encontrado por detecção laboratorial. Além disso, o Laboratório de Viroses (Lavir) divulgou, em um comunicado publicado nas redes sociais, que o animal era oriundo da Avenida Pinto de Aguiar.


Após a confirmação da raiva no cachorro, a SMS informou que deu início às medidas determinadas pelos protocolos nacionais, a exemplo do bloqueio vacinal nas áreas de circulação do animal e da busca ativa de pessoas e animais que tiveram contato direto ou indireto com ele, para encaminhamento da profilaxia pós-exposição humana.


A secretaria disse ter feito também ações casa a casa, com médicos veterinários e agentes de combate às endemias, além da vacinação de cães e gatos.


A melhor forma de prevenir a raiva é pela vacinação de cães e gatos a partir de três meses. Além disso, os órgãos de saúde recomendam evitar contato com morcegos, raposas, saguis ou qualquer animal silvestre, vivos ou mortos.


Por outro lado, quem encontrar animais silvestres em uma residência deve comunicar ao Centro de Controle de Zoonoses pelo telefone 3202-0984 ou 156.


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